Público, suplemento Y, 30 Julho 2010
PARQUE MAYER - lembrar Mário Alberto
PRÉMIO STUART 2010
A toda a equipa do Ipsilon, os meus agradecimentos. E ao Cotrim, ao Silva, ao Lino, à Sónia, ao Júlio, ao Sade, ao Bataille, ao Henry Miller, ao Bukowski, ao Boccaccio, ao Petrónio e também à actual e paupérrima literatura erótica nacional. Muito obrigado.O MISTÉRIO DO COISO
Capa para "O Mistério do coiso e outras histórias", de Thomas Bakk, o senhor dos cordéis. Um audiolivro {BOCA}HÁ FADO NA MOURARIA #1

Convite para a apresentação do Concurso "Há Fado na Mouraria" 2010, no museu do Fado, org. Associação Renovar a Mouraria. Design de Armanda Vilar com lettering e moldura do senhor Baguinho.
O LONGO VERÃO MÚSICAL
"Diz-me que festival usas, dir-te-ei quem és" Capa para o ÍPSILON, Público
Festival Músicas do Mundo, Sines
1º Workshop de Banda Desenhada Erótica!!!
O primeiro Workshop de Banda Desenhafa Erótica em Portugal. O Erótico na arte - de Pompeia ao Pigalle. O género na literatura: Satiricon-Decameron-Justine. O género no cinema: de Theda Bara a Tinto Brass. Os arquétipos sexuais na banda desenhada: Jane, de Norman Pett ao Manga Hentai. Realização um curto conto erótico: da ideia ao desenho com modelo. No Arco, 6 13 20 26 27 28 de Abril.TRUQUES DE BESTSELLER


"Truques de Bestseller (...) o marketing de guerrilha e a compra de montras. vale tudo?" artigo de Inês Bernardo e Rita Silva Freire, in SOLRONDA das TASCAS #4
(clique para ampliar)
Cartaz da Ronda pelas Tascas da Mouraria, com original Bandalheira + Série de 4 Pin's. Uma iniciativa ARMouraria. Cartaz realizado com Armanda Vilar.O SEXO DOS NOSSOS ESCRITORES

"Andamos a escrever mais sobre sexo, mas será que temos jeito?" Artigo de Luís Francisco, Ípsilon, jornal Público.RONDA das TASCAS #3
Cantar as Janeiras pelas Tascas da Mouraria, iniciativa ARM e Casa da Achada. Design de Armanda VilarTROCAR POR MIÚDOS
"São os maiores escritores portugueses na casa dos 30" artigo de Catarina Homem Marques, semanário SOLKINDLE SURPRESA
CRISE DESAPARECIDA DO DISCURSO POLÍTICO E COMUNICACIONAL
"Portugal sofre um bloqueio pós-eleitoral sobre a crise", artigo de São José Almeida - jornal PÚBLICOZÉ DA MESSA
Cartaz evocativo dos 20 anos da morte de José Carvalho, assassinado por um bando de anormais neo-nazis (pleonasmo à parte) na rua da Palma. Festa/concerto organizada pela APSR com 6 bandas rock no dia 30 de Outubro de 2009 na Caixa Económica Operária, em Lisboa. O Cinema Italiano com legendas de Pellegrino Artusi
Exposição de 14 desenhos a acrílico sobre papel, 50x40 cm, no restaurante Gum - Art Café, na Alameda dos Oceanos Lt.2.11.01 E, Parque das Nações (frente ao casino). 29 out-29 nov - ver AquiPARQUE MAYER - os paineis gigantes
Sobre os velhos edifícios do Pavilhão Português e do ABC. "Lisboa ao Parque" (clic para ampliar), ideia promovida pela UAU produtoraPARQUE MAYER - lembrar Belarmino e Botelho
Homenagem ao pugilista Belarmino Fragoso, que muito levou e também deu no ringue do parque mayer. Painel com 8 x 6 metros, edifício Capitólio
Homenagem ao autor de banda desenhada Carlos Botelho que, por enquanto, é o detentor do recorde nacional de pranchas editadas na impresa escrita... Painel com 8 x 6 metros, edifício CapitólioSARDINHA "MAMINHA"
Programação das Festas de Lisboa 2009. EGEAC / atelier Silva! Designers"Andava eu todo contente a salvaguardar uma réstia de consciência pudica, quando há poucos dias me atiram com esta: -“pá, não disfarçaste nada, a tua sardinha parece mesmo um pénis.” Juro, pelo santo António e por todos os manjericos, que tive como principal preocupação evitar tal interpretação, tanto na forma como no conteúdo! Confesso que a ideia passou pelo esboço mas teve um tempo de vida igual à passagem de uma imperial para outra numa tarde quente de verão. É que rapidamente me apercebi, que uma sardinha fálica seria não apenas um produto de delírio imberbe, mas acima de tudo uma constrangedora falta de imaginação. Limitei-me, acreditem, a traçar a fina silhueta deste clupeo. É tão simples no seu perfil que qualquer alfacinha, ou tripeiro, estrangeiro, pombo ou gato, reconhece ali uma sardinha. Para lhe acrescentar alguma cor, decidi-me pela decoração das escamas. Ora, as escamas de um peixe sempre me pareceram banais, cinzentas, sem ponta que se lhes pegue, apenas capazes de excitar um biólogo marinho, por isso, por aí, resolvi mexer..."
"Uma réstia de pudor", reportagem, NS 179 - Diário de notícias
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